Ritual Minha Mãe Sempre Viva

  • Assessoria
  • 12/05/2019

Para todos nós que temos nossas mães morando no céu, mas que vivem em nossa mente e coração, faremos uma homenagem em um ritual especial nesse dia das mães.

Para mais informações e instruções confirme sua participação agora através do Whatsapp (11) 94107-5268.

Evento gratuito!

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo Final

As palavras são magnetizadas. Cada som que emitimos reverberam no Universo. Sendo estes sons elevados, caminharão através de uma onda. Estas são levadas a uma egregora qual conduzirá a acústica. Na reverberação o bem é magnetizado sendo que a benfeitoria seja aceita e merecidamente agraciada. Estas fazem um mundo melhor através dos sons e das palavras.”

Zogbi – um espectro de luz

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo 4.2

Aterrissando na Índia fui percebendo a fundo que todos nós somos parecidos uns com outros. Cada um com seus problemas buscando as soluções. Admiro a fé daquele povo carregando a carga pesada e cotidiana de sua sobrevivência. Observando bem as características físicas dos indianos notei o quanto são diferentes na sua maneira de olhar o outro. Olhos brilhantes e grandes, cílios longos como se quisessem se prolongar no tempo desejando desvendar os segredos da alma e da natureza. Um povo sofrido e com poucos recursos. Uma grande parte deles tem fome. Muita fome!

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo 4.1

Nossas andanças não paravam. No topo do penhasco no deserto da Judeia onde se localiza Massada eu via o Mar Morto. Não me fascinava aquele cenário. Estava entregue e recordava a história do Rei Herodes e da antiga sinagoga, onde judeus se reuniam para orar três vezes por dia pela salvação. Eu pisava naquele mesmo chão, sentia no ar a poeira das suas pedras, areia, arrastando as minhas mãos naquelas paredes de milênios. As pedras e seus pequenos espaços pareciam guardar segredos e choros da morte de tantos escravos que por ali passaram. Meu esposo esteve mais descontraído andando nos penhascos íngremes. Parando um pouco para descansar, admirava as ruínas de uma igreja da era bizantina quando meu esposo, disse:

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo 4

25 de setembro. Estávamos na área de embarque do Aeroporto Internacional de Guarulhos – SP. Nosso voo sairia às 20 horas para Alemanha. Ficaríamos 21 dias fora do Brasil.

Resolvemos fazer um diário de viagem. Iríamos para vários países e com visita aos Templos dos Mestres Ascensionados, qual não seria interessante perder nenhuma experiência. Portanto, nosso notebook estava na nossa bagagem, filmadora e a vontade de correr pelo mundo afora dentro de um trabalho missionário e não em lua de mel.

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo 3.11

Estávamos próximos do dia do nosso casamento. Instalados na fazenda estávamos calmos, com alguns hóspedes chegando para a recepção. Eu aproveitava o tempo livre para nadar, recepcionar os convidados e dormir. Não queria ficar exausta ou estressada com nada. Sempre e absolutamente organizada rabisquei na agenda o controle de tudo prevendo que nada saísse errado durante os dois dias que antecederiam as bodas. No dia 21 de setembro casaríamos no civil as 11 horas da manhã numa cidadezinha bem perto da fazenda. Um lugar montanhoso, discreto e sossegado. No dia 22, sábado, dia do Raio Violeta, casaríamos no religioso permanecendo na fazenda até o dia 23, domingo, quando na capela da fazenda estaríamos fazendo conexão especial com o Mestre El Morya. Assim, voltaríamos para a nossa cobertura em São Paulo preparando-nos para a viagem à Jerusalém.

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo 3.10

Setembro chegaria com flores. No primeiro casamento não me vesti de noiva enquanto na segunda união não realizei cerimonial religioso. Estaria me casando pela terceira vez e, com certeza, seria a última nesta existência. Pensei realizar um ritual celta no meu casamento/missão. Canalizei e rabisquei meu próprio vestido de noiva nas cores azul e branco. Nas mãos eu carregaria um cristal violeta e uma tiara com pedra lilás na testa. Meu esposo vestiria uma toga preta com uma faixa azul da mesma cor do meu vestido. Tudo seria bem solto, realizado num campo verde de futebol na nossa fazenda e sem nenhum luxo. Adoraríamos ficar debaixo do céu azul e branco.

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo 3.9

Cinco dias tinham se passado e eu continuava sem ver o “Príncipe das Marés”. Quando ele ia à empresa ou ao estúdio de televisão assim que ele entrava por uma porta eu saia pela outra. Quando ele chegava no meu apê, recusava-me a vê-lo. Estava chateada demais com seu pedido de casamento. Achei um desrespeito à minha pessoa. Com dezoito anos mais velha do que ele como poderia se tornar a sua esposa? Por que ele não namorava as mocinhas de 22 anos? Gabava-se em dizer que se casaria com uma mulher bem jovem, corpo de modelo, cabelos longos e brilhantes, dentes branquinhos, olhos claros e sem nenhuma cicatriz, estrias ou tatuagens. Não sei onde ele encontraria aquela mulher tão perfeita! Com certeza deveria pousar na sua cobertura vindo de uma nave espacial.

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo 3.8

Quando a evolução vai tomando conta do nosso ser, a fé é o tônico necessário em todos os momentos da nossa vida. Não devemos abandoná-la até quando tudo parece desabar na nossa cabeça. Eu estava viajando e quietamente vendo a paisagem e as represas na estrada. Meus pensamentos corriam a 120 quilômetros por hora lembrando-me de quantos pacientes passavam pelas minhas mãos, qual se tornavam frágeis quando algo não ocorria bem com elas. Diziam acreditar num ser Superior chamado Deus. Tudo ficava bem com elas, mas, quando as pedras do dominó começavam a cair, brigavam com tudo, rompiam com as suas crenças. Ficavam zangados, literalmente possessos!

A Arquitetura da Ascensão – Capítulo 3.7

As escadas do navio estavam à minha frente. Olhei o imenso navio qual eu ficaria instalada numa cabine com o anjo do mar e da terra – “007”. Instalando-me no “nosso” cubículo, logo dei um jeito de sumir do cenário. Saí em busca do salão onde estaria posicionado o piano de cauda. Que alívio! Encontrei-o rapidamente. Sentei-me ao piano com a execução de uma antiga valsa Sobre as Ondas. Sentia-me uma rainha num palácio encantado. Tudo tão lindo e dourado como se cada detalhe ao meu redor, objetos de arte, fossem de ouro e pedras preciosas. As pessoas foram se aproximando perto do piano e quando abri os olhos recebi um turbilhão de aplausos. É fácil iniciar amizades quando a música é um som nascido da alma. Eu conseguia cativar as pessoas com o sorriso sempre aberto, bom humor e principalmente muito compreensiva.